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	<title>negritando</title>
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	<description>Blog edutech do Nkosi</description>
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		<title>Blocos lógicos de cores panafricanista</title>
		<link>http://blog.nkosi.org/2010/05/01/blocos-logicos-de-cores-panafricanista/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 15:10:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
				<category><![CDATA[rabisco]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz tempo que tava na lista &#8220;por fazer&#8221; uma versão dos blocos lógicos nas cores panafricanistas. Está feito! e disponibilizado em http://aulas.nkosi.org/blocos-logicos-panafricanista/
Disponibilizei em formato .pdf para impressão (com as cores separadas) e também em versão editável em .svg.
Algumas dicas de utilização no site O Mundo da Alfabetização.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que tava na lista &#8220;por fazer&#8221; uma versão dos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blocos_l%C3%B3gicos">blocos lógicos</a> nas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_Pan-Africana">cores panafricanistas</a>. Está feito! e disponibilizado em <a href="http://aulas.nkosi.org/blocos-logicos-panafricanista/">http://aulas.nkosi.org/blocos-logicos-panafricanista/</a></p>
<p>Disponibilizei em formato .pdf para impressão (com as cores separadas) e também em versão editável em .svg.</p>
<p>Algumas dicas de utilização no site <a href="http://tatiana-alfabetizacao.blogspot.com/2008/04/blocos-lgicos.html">O Mundo da Alfabetização</a>.</p>
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		<title>As encruzilhadas e pragmatismo – Parte I</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 15:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
				<category><![CDATA[rabisco]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase sempre que encontro uma pessoa que recentemente conheceu o mundo Linux percebo um vislumbramento exagerado, que normalmente leva mais pro lado do fetiche do que de fato para qualquer sinal de liberdade, como propõem o mundo GNU/Linux.
Não tem aquela fase no namoro, tão normal de quem inicia no mundo do software livre, de testar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } -->Quase sempre que encontro uma pessoa que recentemente conheceu o mundo Linux percebo um vislumbramento exagerado, que normalmente leva mais pro lado do fetiche do que de fato para qualquer sinal de liberdade, como propõem o mundo GNU/Linux.</p>
<p>Não tem aquela fase no namoro, tão normal de quem inicia no mundo do software livre, de testar várias distribuições, gerenciadores de janela, gerenciadores de arquivos, navegadores web e ou mesmo soluções voltadas para sua necessidade como profissional de qualquer área que necessita de computador. Já é casamento no primeiro encontro, com suas verdades absolutas: Ubuntu, GNOME, Nautilus e turma limitada.</p>
<p>Isso para mim é muito prejudicial, não que vai matar as outras distribuições como já li em vários blog ou site sobre código aberto escritos por enlouquecido ubuntomaniacos, mas esse negócio de ofuscar a diversidade, como vários fachadas de casas mostrando o que há de igual e diferente em relação a outra, para você escolher, só que alguém conseguiu projetar sua fachada no céu, e quem nem chegou perto do bairro já vê aquela casa projetada no céu, contando suas vantagens em relação há outra.</p>
<p>Surge algo desigual que não é necessário a questão técnica de melhorias em relação as outras distribuições: há uma desproporcional marketing e e recursos financeiros investido no projeto de acordo com o manual da capitalismo neoliberal e neocolonial. Envolve aquela idéia que Naomi Klein desenvolveu bem no seu livro &#8220;Sem Logo &#8211; a tirania das marcas em um planeta vendido&#8221;, juntamente com a idéia do pragmatismo do capitalismo, neoliberal e neocolonial.</p>
<p>A idéia da unificação dos tempos para que o mundo ande no tempo de produção e consumo como o capitalismo tem necessidade é naturalizada com o pragmatismo é imposto no fazer das coisas cotidianas. Essa velocidade para fazer algo, a preguiça e indisposição de ler e interpretar fez com que durante as coisas a etiquetas que determinação o maior e menor valor de prioridades da vivência e sobrevivência fossem trocadas. A idéia do conforto proposto pelo sociedade capitalista, e alguns vivem e outros sonham em ter, associo logo com o tempo. a diversidade de tempo logo seria um problema, embora segundo Milton Santos, no livro &#8220;Por uma outra globalização &#8211; do pensamento único à consciência universal&#8221;, que somente agora é possível um imperialismo global, pois o desenvolvimento e o dialogue entre a tecnologia, ciência e técnica permite um mapeamento  da riquezas global, bem sociais e força de trabalho, a ponto de controlar a exploração e logística de forma global, para montagem e consumo também descentralizada e global. Vacilando e dando pouca importância a riqueza da diversidade dos tempos, e golpe foi dado. O pragmatismos capitalismo impede hoje o pensar, o abstrair da realidade a ponto de se perceber nela. No filme Avatar trabalha bem essa idéia do tempo, qual a personagem diz &#8220;estou te vendo&#8221;, tem sentido&#8230; e real em todo o filme de várias formas sútis. esse ver assim e ver ao outro é mais a incorporação de um outro criado pela corporações. Naomi Klein diz que a Nike paga mais para o Michel Jordan nas campanhas publicitárias do que todos as pessoas sub-empregadas das empresas terceirizadas na Indonésia.</p>
<p>O Ubuntu não saiu da regra. Usou as mesmas armas de qualquer corporação. A idéia aqui não é colocar a distribuição Ubuntu como má, mas analisar para que num segundo momento pensar o que isso possa acarretar na educação.</p>
<p>Por causa da fachada refletida no céu, as pessoas não puderem nem mesmo saber o nome de outras distribuições, o que diria instalar em suas máquinas e ver a performance e recursos alternativos.</p>
<p>Milton Santos vai dizer que hoje a ideologia é não ter ideologia, ao mesmo tempo que nunca se viu a abrangimento e totalitarismo de uma ideologia, que ele chamou de globaritarismo. As pessoas logo vão afirmando que o Ubuntu é mais fácil e melhor opção para o usuário final. Ela não instalou outra e já diz que essa é a melhor. Outro erro é importar o conceito de usuário final para o mundo do software livre. O pessoal do OpenSource sempre teve o fetiche ou inveja em ter os usuários de software proprietários sobre seus mantos. O investimentos de grandes empresas no mundo OpenSource transformou esse sonho em realidade. Para que isso fosse possível foi necessário cortar os limites impostos por ideologias agregadas ao FreeSoftware. Isso se deu num primeiro momento com a não-discussão e  no segundo momento confundido os termos, deixando entender que são as mesmas coisas. O terceiro momento já foi a pena capital com a entrada de grande capital das corporações. E passou a ser ironizado o/a desenvolvedor(a) hobbistas, assim como a idéia de generosidade intelectual tem seus princípios pichados.</p>
<p>Para a criação da marca o Ubuntu iniciou com duas frente, Merchandising: a primeira foi com o slogan &#8220;Linux para seres humanos&#8221; e a segunda com a distribuição gratuita, mundialmente, de CD de instalação (com encarte) numa quantidade de 50 unidades de CD por caixa por solicitação, feita pela web.</p>
<p>Boa parte dos projetos de software livre e código aberto até então montava uma especie de associação entre desenvolvedores e suporte técnico para viabilizar a forma remunerada de seu trabalho, que se dava na venda de um pacote, com Cds, manual e o suporte via e-mail e telefone, tendo localmente pessoas especializadas para suporte presencial num especie de consorcio com pessoas qualificadas através de treinamentos dado pela empresa, personalizada na forma de um distribuição, como a Conectiva no Brasil. Essas soluções que tinham em vários locais do mundo acabam perdendo espaço pela mudança no mercado. Elas passaram a ser vendida para empresas de hardware, servidores ou soluções web.</p>
<p>O Ubuntu, que tem seu desenvolvimento financiado por uma grande empresário, tem como alvo inicial solução para Desktop. As soluções eram customizações de soluções espalhadas por site como sourceforge.net. Muitas das implementações, as novas soluções apresentadas foram vistas como boas iniciativas porque eram coisas que o mundo do software livre precisavam e ninguém havia dado a devida importância e apresentado a solução, por mais simples que fosse. Em outros casos é injustiça por parte dos novos usuários em não conhecer a história do software livre, de conhecer outras soluções, pois veriam que as mesmas soluções que julgam ser novas já existiam em outras distribuições.</p>
<p>A idéia de criar uma &#8220;solução para seres humanos&#8221; usarem Linux, reforçada com um marketing pesado no mundo inteiro dá resultado, mas isso me faz pensar nas hipóteses do porque escolher esse slogan: será que o Linux é tão difícil assim? Será que há um universo de pessoas que são incapazes de aprender essa novidade? Será que nunca teremos um público maior de usuárias e usuários?</p>
<p>Essas questionamentos são mais importantes para o pessoal do mundo opensource do que para o free software, pois para a turma do free software as respostas estão nos valores das idéias agregadas ao software tão como ele tem como princípios.</p>
<p>O pessoal do OpenSource coloca como carro chefe a questão técnica, sobretudo, enquanto o FreeSoftware tem a politica. Os dois norteado por ideologias diferentes até se cruzam, coexistem, mas apontam para sociedades e valores totalmente distintos.</p>
<p>Sabemos que todo software antes de tudo é uma idéia, formulada a partir de uma necessidade ou mesmo do ócio criativo. E depois se organizar em metodologias para o seu desenvolvimento. Uma coisa interessante que o opensource e freesoftware vão ter um comum é a forma de desenvolver a soluções de forma colaborativa e coletiva, com diferentes níveis para a organização coletiva do trabalho, que pode ser com uma coordenação em forma de um líder ou de uma lista de tarefas.</p>
<p>Certa fez numa debate, não era um debate e sim uma palestra mas eu acabei fazendo virar um debate, o palestrante faz aquela segunda se do processo de assimilação que citei que era o de confundir os conceitos e provoquei o palestrante com a intenção de atrapalhar o processo ali sendo instalado. Vale a pena lembrar que em boa parte das vezes as pessoas não estão mal-intencionadas, indo lá com segundas intenções do tipo, “faço parte de um projeto e só iremos vencer seguindo as etapas e minha missão é ir lá confundir”, não existe isso declarado, está nas entrelinhas. Isso para mim é a perversidade. A perversidade é a maldade naturalizada, de forma que as pessoas passam ser agentes delas sem saber, e por conta do pragmatismo do capitalismo não conseguem nem mesmo abstrair e perceber seu papel dentro da sociedade, a função que cumpre na pulverização de uma idéia nas coisas simples, cotidiana. O palestrante já irritado com a minha intervenção insistente e acaba voltando para o público e diz que “o opensource é para o software o que é a ciência para o desenvolvendo, que tem que ter liberdade para desenvolver-se e a ideologia é um empecilho para que ela desenvolva” &#8211; não são essas as exatas palavras, mas a idéia geral. Adorei a definição. Primeiro que ele saiu do armário, pelo menos para mim. Segundo que é essa justamente a diferença: enquanto o opensource caminha na idéia da tecnologia pela tecnologia, o freesoftware caminha da idéia da liberdade com responsabilidade. Não queremos mais soluções de novas possibilidades de acabar com mundo, queremos ter a minima certeza que aquilo que desenvolvemos de forma coletiva e colaborativa esteja de fato contribuindo com um mundo de mais eqüidade e solidariedade, de respeito a diversidade e a liberdade. Esse conjunto de idéias e valores, essa ideologia acaba por ser orgânica e diferencia aquelas que defende freesoftware do opensource.</p>
<p>Nessa ideologia do freesoftware acaba respeitando a diversidade de tempo, por isso o Debian não segue um desenvolvimento tão rígido, seguindo uma data de lançamento para a próxima versão ser liberada como o Ubuntu faz de lançar a cada seis meses uma nova versão para acompanhar a vários aplicações liberadas constantes para atender a demanda de usuários, principalmente no que se refere a multimídia. Muitas das distribuições além do Debian segue uma agenda mais livre. Essa demanda dos usuários é muito imposta por empresas de hardware, mais do que apropriação tecnológica.</p>
<p>Sabendo que as pessoas tem seus cognitivos diferentes, não faz sentido etiquetar algo “para seres humanos”. Há uma diferença do desenvolvimento do software se direcionado para <em>o ser humano</em> e para <em>o mercado</em>.</p>
<p>A idéia de usuário final foi abandonada pelo software livre, pois uma vez que acredita que qualquer um pode aprender qualquer coisa, isso vai depender do tempo desprendido no emprego do aprendizado do novo e esse tempo não é unificado, percebemos a inteligência que pode ser agregada ao software está mais na forma que a pessoa aprender a usar o software e o que ela precisa dele, do que de fato criar facilidades e novidades só para manter o consumismo de tecnologia. Por entender essa diversidade de tempo e por possíveis dificuldade com o novo propomos os grupos de usuárias e usuários, as festas de instalação, a criação de listas de discussões e fóruns, assim como criação de cooperativas/associações para suporte técnica de empresas e governo. E não há o interesse muito menos agenda para que o mundo todo passe a usar software livre. Entendemos e aceitamos a diversidade de interesses que vão nortear os negócios empresarias, mas sobretudo oferecer alternativas mais justas tecnologicamente dialogando com sociedades mais saudáveis pro bem comum.</p>
<p>Continua&#8230;</p>
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		<title>webconferência para educação à distância</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz tempo que estou planejando montar uma plataforma para educação à distância com suporte a webconferência.
Webconferência porque oferece simultaneamente os serviços de chat por texto, áudio e vídeo. Em algumas soluções compartilha o desktop e/ou disponibiliza slide.
Tenho testado aqui aplicações softwarelivre/opensource DimDim e Big Blue Button.
Pensei em iniciar os testes com o DimDim em CentOS, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que estou planejando montar uma plataforma para educação à distância com suporte a webconferência.</p>
<p>Webconferência porque oferece simultaneamente os serviços de chat por texto, áudio e vídeo. Em algumas soluções compartilha o desktop e/ou disponibiliza slide.</p>
<p>Tenho testado aqui aplicações softwarelivre/opensource <a href="http://www.dimdim.com/">DimDim</a> e <a href="http://www.bigbluebutton.org/">Big Blue Button</a>.</p>
<p>Pensei em iniciar os testes com o DimDim em CentOS, baixei as seis  imagens iso da versão 5.4, só que o pacote é feito para 4.5 e o  pacote não funcionou mesmo. Até iniciei em baixar o CentOS 4.5, baixei o disco 1, mas precisa do 3. Sem paciência resolvi logo fazer em  Debian Lenny. Depois de um bom estudo e entendi bem como funciona a jução das aplicações funcionou legal e a documentação está na <a href="http://mochila.quijaua.com.br/Dimdim_em_Debian_Lenny">mochila</a>.</p>
<p>Iniciei meus estudos com o Big Blue Button. Baixei uma <a href="http://code.google.com/p/bigbluebutton/wiki/BigBlueButtonVM">máquina virtual para VMware</a> e fiz <a href="http://code.google.com/p/bigbluebutton/wiki/BigBlueButtonVMVirtualBox">funcionar em VirtualBox</a>. A imagem é a plataforma toda funcionando em Ubuntu. Ajuda no estudo, mas quero testá-lo em CentOS 5.4.</p>
<p>A idéia é depois fazer a plataforma funcionar com <a href="http://moodle.org/">Moodle</a>. Conheci outras aplicações para EAD também, além do Moodle&#8230; são elas: <a href="http://www.docebo.org/">Docebo</a>, <a href="http://www.claroline.net">Claroline</a> e <a href="http://www.teleduc.org.br/">Teleduc</a>. Que pretendo testá-las também.</p>
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		<title>Bom entendedor</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[é uma aplicativo voltando para aprendizado de línguas, desenvolvido por Rafael Diniz. Coloquei uma versão do site em http://bomentendedor.nkosi.org/, isso porque o site oficial está fora do ar e como eu gosto do projeto creio que é um disperdiço não coloca-lo em outro local.
Inicialmente o projeto é voltando para o aprendizado da língua portuguesa, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>é uma aplicativo voltando para aprendizado de línguas, desenvolvido por Rafael Diniz. Coloquei uma versão do site em <a href="http://bomentendedor.nkosi.org/">http://bomentendedor.nkosi.org/</a>, isso porque o site oficial está fora do ar e como eu gosto do projeto creio que é um disperdiço não coloca-lo em outro local.</p>
<p>Inicialmente o projeto é voltando para o aprendizado da língua portuguesa, mas vejo muitas possibilidades para aprender qualquer idioma e seus vérnaculos.</p>
<p>A idéia é trabalhar a semântica da língua, sendo essa as várias formas de dizer a mesma coisa e a inteligência e valores que agregam no desfazer e fazer o caminho de tal diversidade.</p>
<p>Atualmente está disponível o código-fonte, .deb (para GNU/Linux Debian Lenny e Etch)e .exe (para Windows).</p>
<p>São três niveis de dificuldades e são quatro perguntas para cada fase. Cada perguntar tem quatro possibilidades, sem só uma a certa. Para inserir novas perguntas basta editar o arquivo charadas.txt, que é o banco de dados das charadas.</p>
<p>Bom Entendedor é um software livre e é distribuído sob a licença GPL2.</p>
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		<title>Exemplos em Scribus</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 16:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
				<category><![CDATA[rabisco]]></category>

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		<description><![CDATA[Comecei a trabalhar com o Scribus em 2003. Conheci um pessoal que trabalhava com ele também lá no Ourmedia, isso em 2004, e passamos diagramar bastante materiais com ele.
Scribus é um software livre para editoração eletrônico.
Sua página oficial é http://www.scribus.net
Em 2005 fiz um tutorial explicando funções básica dele, para um consultoria no Ministério da Cultura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a trabalhar com o Scribus em 2003. Conheci um pessoal que trabalhava com ele também lá no <a href="http://www.freelists.org/post/radiolivre/Importante-OurMedia-NossaMdia">Ourmedia</a>, isso em 2004, e passamos diagramar bastante materiais com ele.</p>
<p>Scribus é um software livre para editoração eletrônico.</p>
<p>Sua página oficial é <a href="http://www.scribus.net">http://www.scribus.net</a></p>
<p>Em 2005 fiz um tutorial explicando funções básica dele, para um consultoria no Ministério da Cultura, para o projeto Ação Cultura Digital.</p>
<p>Disponibilizei em 2008 uma versão melhorada desse material no site <a href="http://aulas.nkosi.org/diagramacao">http://aulas.nkosi.org/diagramacao</a></p>
<p>Ontem vi que o pessoal do NTE de Belém, Pará, usaram como referência esse material -&gt;<a href="http://ntebelempa.blogspot.com/2008/04/minicursos_26.html">http://ntebelempa.blogspot.com/2008/04/minicursos_26.html</a></p>
<p>E que também já foi citado como referência na lista de discussão do scribus-br.</p>
<p>Resolvi atualizar o material, corrigindo alguns erros de gramática (deve ter vários outros ainda) e os devidos créditos, fonte e autoria, dos materiais usados.</p>
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		<title>Cultural Digital e Educação</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 22:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No meio do ano passado (2009) acabei cedendo uma entrevista pro pessoal  do FLi Multimídia que desenvolvia uma pesquisa sobre educação e tecnologias em projetos do governo federal. Esse material está disponiivel no site http://educacao.culturadigital.br/
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			<content:encoded><![CDATA[<p>No meio do ano passado (2009) acabei cedendo uma entrevista pro pessoal  do FLi Multimídia que desenvolvia uma pesquisa sobre educação e tecnologias em projetos do governo federal. Esse material está disponiivel no site http://educacao.culturadigital.br/</p>
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		<title>a política nos telecentros</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 23:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[associo logo a política a qualquer espaço: a vida na sua diversidade coexistindo. Nesse sentido, a diversidade de formas de pensar, comportamentos e valores culturais num telecentro nos leva a pensar esse espaço de forma que ele mostra tal riqueza para si e para fora. Mas normalmente é mais reprimido do que desenhado. A hegemonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>associo logo a política a qualquer espaço: a vida na sua diversidade coexistindo. Nesse sentido, a diversidade de formas de pensar, comportamentos e valores culturais num telecentro nos leva a pensar esse espaço de forma que ele mostra tal riqueza para si e para fora. Mas normalmente é mais reprimido do que desenhado. A hegemonia recalça as botas e censuras e mais censuras são cuspidas. Falo censura para não ficar confudida com regras, o ambiente coletivo pede regras, mas regras para coexistir e eliminar o outro. Há certas caracteristicas que marca a identidade do outro e por outro lado há coisas que não sabemos e também queremos ter contato. A internet oferece esse além-mar. Cada um chega ali por motivos diferentes, é certo que muitas das vezes para fazer a mesma coisa&#8230; e alguns gestores, algumas gestoras, se desesperam em ver o uso do telecentro resumir em orkur e msn&#8230; e algumas proibições começam aparecer, isso porque a questão da pornografia nem se discuti, decreta logo a sua proibição. A política prevê o amadurecimento das pessoas e não o oposto. O amadurecimento está também associado ao tempo, além do espaço. E quando o telecentro não aponta ser outro espaço, outro tempo, perdemos muitas oportunidades de mexer em coisas que possam fazer as relações sociais avançar. Antes de proibir, porque não discutir? por dói, né?!</p>
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		<title>o ensino não-linear</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 00:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No espaço educacional espera-se que algo seja ensina ali. Mas do que vai ser ensinado eu me preocupo no que pode nascer dali, ou simplesmente, que nasça algo. Aí pensar em métodos que possa criar possibilidades do que fazer com aquilo aprendido. Aprendido ou apreendido? A educação tradicional normalmente joga, quem pegar pegou, e foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No espaço educacional espera-se que algo seja ensina ali. Mas do que vai ser ensinado eu me preocupo no que pode nascer dali, ou simplesmente, que nasça algo. Aí pensar em métodos que possa criar possibilidades do que fazer com aquilo aprendido. Aprendido ou apreendido? A educação tradicional normalmente joga, quem pegar pegou, e foi o tempo que precisa de pegar o mínimo para se transferido de fase, agora basta está presente.</p>
<p>Gosto de ensinar na forma não-linear, porque nela consigo ver mais possibilidades no inventar. Ou seja, o aprendizado e resultado disto, daquilo, que foi possível ser capturado, em determinado espaço e tempo. Nesse sentido, o primeiro momento é apreender a informação. A documentação tem um papel muito importante nisso, pois a consulta será uma das formas de resgate do apreendido e a combinação das informações aleatoriamente ensinada-apreendida, apontando possibilidades de soluções do problema. Aí recorro a problematização como método, provocando uma série de reações para que a pessoa educanda possa ir fazendo seus fichamentos em paralelo aos processo, onde a informação vai ficando orgânica e se tornando conhecimento.</p>
<p>Recursos como vídeos, músicas, imagens, dinâmicas são sempre bem-vindas. Assim como mapa-mental na parede, ou varal de anotações e os comentários a anotação do colega exposto no varal, os blogs e wikis, fotos e vídeos como forma de documentação do processo.</p>
<p>A idéia de ensinar na forma não-linear é para que as respostas não seja dadas, que as informações sejam verificadas e analisadas, e tanto individualmente como coletivamente seja montado o quebra-cabeça. Reserva o espaço individual, assim como o coletivo é importante, para se ver e ver o outro, para alimentar os espaços do coexistência, elemento tão importante para trabalhar Política e Democracia.</p>
<p>O processo de inventar é ao mesmo descobrir e inventar. No livro &#8220;O Menino Marrom&#8221;, do Ziraldo, mostra perfeitamente esse processo de inventar-descobrir, no <a title="o menino marron" href="http://ziraldo.blogtv.uol.com.br/2009/11/18/contando-historias-com-o-menino-marrom" target="_blank">trecho das mistura das cores</a>, onde o aprendizado vai se compondo.</p>
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		<title>ludicidade e o bôbo da côrte</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 10:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
				<category><![CDATA[rabisco]]></category>

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		<description><![CDATA[muitas das vezes a exigência da ludicidade no ambiente escolar faz da pessoa profissional em educação passar por bobo da côrte. sem uma certa seriedade por parte do profissional em sua responsabilidade não há como exigir das pessoas educandas rigor e metodologia. é certo que não precisa também a escolar seguir o seu ambiente de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>muitas das vezes a exigência da ludicidade no ambiente escolar faz da pessoa profissional em educação passar por bobo da côrte. sem uma certa seriedade por parte do profissional em sua responsabilidade não há como exigir das pessoas educandas rigor e metodologia. é certo que não precisa também a escolar seguir o seu ambiente de punição ou mesmo manter a relação de autoridade e conteúdo do qual o público na se identifica. Um meio termo que naturalize a educação e que ela seja prazerosa ao mesmo tempo que não deixa de ser científica em seu rigor. no final a língua das mariposas mostra um pouco disso, do educador e a relação com a turma e o conteúdo trabalhado de forma atrativa.</p>
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		<title>Seminário sobre igualdade racial na mídia defende militância e aproximação étnica</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Dec 2009 00:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>banto palmarino</dc:creator>
				<category><![CDATA[copia e cola]]></category>

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		<description><![CDATA[Os veículos de comunicação desde 2003 vêm aumentando seu espaço editorial em artigos, reportagens e colunas assinadas para combater as ações afirmativas em busca da igualdade social. A solução para combater o problema está em manter a defesa das propostas de aproximação de todas as etnias e a continuidade da militância permanente contra a discriminação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os veículos de comunicação desde 2003 vêm aumentando seu espaço editorial em artigos, reportagens e colunas assinadas para combater as ações afirmativas em busca da igualdade social. A solução para combater o problema está em manter a defesa das propostas de aproximação de todas as etnias e a continuidade da militância permanente contra a discriminação em todas as formas.</p>
<p>No seminário &#8220;Comunicação e ação afirmativa: o papel da mídia no debate sobre igualdade social&#8221;, os debates se concentraram em três painéis: &#8220;Cobertura da ação afirmativa no Brasil&#8221;, &#8220;Responsabilidade social da mídia e o debate sobre raça&#8221; e &#8220;Da opinião publicada à opinião pública: a fabricação de um consenso anticotas no Brasil&#8221;.</p>
<p>Escravidão sem racismo</p>
<p>Muniz Sodré disse que em geral não havia racismo na escravidão que tornou-se anacrônica diante dos interesses industriais da sociedade capitalista. Lembrou personagens de época, como Alberto Torres, presidente do Estado do Rio, que era um fazendeiro conservador, mas nunca pregou a inferioridade do negro. &#8220;A escravidão era pau, ninguém discute. Destinava três &#8220;P&#8221;s aos escravos: pano, pão e pau, mas nunca foi racista.&#8221;</p>
<p>Para fazer valer as ações afirmativas, o professor da UFRJ e atual diretor da Biblioteca Nacional, considera fundamental políticas que favoreçam a aproximação das diversas cores em todos os ambientes sociais. &#8220;O que não pode é ficar parado. É preciso ir para as ruas. A militância é fundamental para a mudança desse quadro. Nesse sentido, a política de cotas nas universidades é uma das prioridades&#8221;, acentuou.</p>
<p>Discriminação sem fronteiras</p>
<p>Na sua opinião, o racismo está disseminado por todo o mundo, associado em geral a um &#8220;mal-estar&#8221; provocado pelas correntes conservadoras, embora não se possa colocar como um problema próprio da direita. &#8220;Há jornalistas como Elio Gaspari, Miriam Leitão, entre outros, que não são de esquerda e defendem as cotas como uma tese justa e necessária para a afirmação do negro.&#8221;</p>
<p>A discriminação está latente em todas as instituições e,  segundo Sodré, não é diferente nos veículos de comunicação e no mundo acadêmico. Disse que está há cerca de 40 anos na UFRJ e é o único professor negro a passar pela instituição nesse período. A UFRJ não fez nada com relação ao problema e apenas na Bahia a situação melhorou muito com a implantação das cotas.</p>
<p>Mau exemplo na academia</p>
<p>&#8220;Poderia contar muitos episódios chatos ocorridos comigo, mas falarei de apenas um. Tive um aluno muito bom, negrão, que fez concurso para a UFRJ e UFF e não passou. Depois, na Fiocruz, passou em segundo lugar, disseram que não tinha vaga e tempo depois o terceiro colocado é que foi chamado. Ele foi claramente discriminado em todos esses concursos&#8221;, enfatizou.</p>
<p>Os primeiros resultados de uma pesquisa realizada por professores do Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro) apontam que desde 2003 aumenta a cada ano o espaço editorial contrário às ações afirmativas e principalmente às cotas nas universidades. &#8220;Na revista Veja e no jornal O Globo, praticamente a metade do espaço em editoriais, reportagens e comentários em colunas são destinados a ataques contra as ações afirmativas&#8221;, informou João Féres, professor e pesquisador do Iuperj. Na Veja, 77% dos artigos pesquisados no período são contra as ações afirmativas.</p>
<p>Cotas? Somos contra!</p>
<p>A pesquisa &#8220;A mídia impressa no Brasil e a agenda de promoção de igualdade racial&#8221; teve como principal conclusão o fato de que os jornais são contra a criação de políticas que incentivam a mobilidade social dos negros no Brasil. &#8220;Não podemos nos iludir porque os jornais têm uma lógica capitalista. Mas podemos reagir e este evento serve como exemplo&#8221;, explicou Rosângela Malachias, professora do Ceert. Realizada pelo Ceert (Centro de Estudo de Trabalho e Desigualdade), a pesquisa analisou o conteúdo editorial dos jornais O Globo, Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo entre 2001 e 2008.</p>
<p>Os resultados dessas pesquisas foram corrobados pela jornalista Míriam Leitão, do jornal O Globo. Lembrou que em 2003, quando se iniciou o debate sobre cotas, participou da edição do caderno &#8220;A cor do Brasil&#8221;, vencedor de um prêmio relevante. &#8220;Naquela época pensei que o Brasil daria início a um debate na mídia que favorecesse a valorização do negro na sociedade. Hoje, vejo que os veículos de comunicação foram dando muito mais espaço para criticar a proposta. Até as reportagens já são escritas de forma editorializada, sempre com opiniões contrárias.&#8221;</p>
<p>Sem medo da hegemonia</p>
<p>Especializada em economia, a jornalista disse que o racismo no Brasil é muito bem-sucedido porque aqui não houve necessidade de adotar medidas explícitas de segregação. &#8220;Ele foi se construindo aos poucos, minando as consciências, estabelecendo padrões de beleza, dividiu a sociedade. Os brancos não se importam de serem hegemônicos.&#8221;</p>
<p>As festas promovidas pelas pessoas das classes mais ricas, há 120 anos, são exatamente iguais às de hoje com relação aos papéis vividos por brancos e negros. &#8220;Os negros não são convidados para participar. Só estão ali como subalternos, servindo canapés ou divertindo os brancos&#8221;. Para mudar essa realidade, a cota é valiosa como ferramenta para gerar novas ações afirmativas e permitir que o Brasil se encontre com ele mesmo, acentuou a jornalista.</p>
<p>Só mudam os discursos</p>
<p>As justificativas contra as ações afirmativas se modificam de acordo com a evolução do debate. As pesquisas revelam que os argumentos contra as cotas em 2003 estavam muito mais relacionadas com o fato de &#8220;não levarem em conta o mérito&#8221; e que o caminho indicado seria investir no ensino médio. &#8220;Os artigos a favor praticamente desaparecem das páginas e os contrários dispararam entre 2008 e 2009. Agora, prevalesce o argumento de que a cota acirra o conflito racial&#8221;, disse o professor João Féres.</p>
<p>Além dos veículos de comunicação, as publicações contrárias às ações afirmativas também foram muito citadas e criticadas, como o livro &#8220;Não somos racistas&#8221;, do jornalista Ali Kamel, diretor de Jornalismo da Rede Globo, e a participação ativa do pensador Demétrio Magnoli. Apesar dos frequentes e sucessivos ataques da mídia, que aumentaram de intensidade nos últimos anos, Miriam Leitão acredita que não existe um consenso anticotas no Brasil.</p>
<p>Fonte: www.jornalistas.org.br</p>
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